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A resolução dos TPC

   Cada criança tem o seu o próprio ritmo e forma de aprendizagem e na resolução dos TPC isso não é exceção. Assim, as crianças têm diferentes capacidades de aprendizagem, contextos, estatutos, culturas, famílias e ambientes e tudo isso têm impacto para o processo de escolarização, no qual faz parte a realização dos TPC, em que cada criança elabora a sua própria estratégia para o abordar e resolver (Meirieu, 1998). Com essa estratégia é que cada criança planifica o seu estudo, sabe quais são as áreas que domina e que gosta de estudar e aquelas que implicam mais esforço porque não tem interesse. 

    No entanto, convém realçar que não é a quantidade de TPC que revelam os melhores resultados escolares. Deve existir um equilíbrio entre a quantidade e a qualidade dos TPC que são propostos para que a criança tenha oportunidade de se organizar e planificar o seu estudo. Assim, a resolução dos TPC apenas tem valor e rendimento se existir entusiasmo e esforço pela aprendizagem, para isso, é necessário que o professor proponha TPC lúdicos e interessantes. 

    A criança deve ser o protagonista do seu próprio estudo, no qual deve assumir um papel ativo, participativo e não se limitar a um mero recetor. Também precisa de compreender o porquê de qualquer atividade/tarefa que lhe é proposta, fazendo pesquisas, críticas, investigações, descobertas, etc. (Ballenato, 2008). 

Referências:

Captura de ecrã 2020-04-24, às 14.11.57.
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