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Sala de Aula Invertida

Como se aprende e como se ensina?

   O discurso feito neste vídeo está correto? Não, conseguimos perceber que há uma falta de conhecimento pedagógico, não existem crianças que ficam “para trás”, isto é uma expressão de senso comum que não corresponde à realidade em termos de educação. Não aprendemos todos ao mesmo tempo, existem vários fatores que influenciam as aprendizagens que fazemos, como por exemplo, o estudo fora da sala de aula, os diferentes papéis que as crianças desempenham, contextos sociais e ritmos de trabalho.

    O que significa inverter o sistema? O professor deve de valorizar uma aprendizagem autónoma e significativa por parte do aluno, que a partir do seu próprio interesse explora, pesquisa informação relativa a um determinado tema, que depois é discutido em sala de aula, existem variadas questões que podem ser colocadas quando falamos do mesmo assunto. 

    As crianças no seu papel de alunas aprendem melhor quando percebem o que estão a estudar. O desenvolvimento da autonomia e da aprendizagem é potenciado pela vontade de explorar e pela necessidade de encontrar respostas para as questões que quer resolver.  A implicação na pesquisa e leitura aumenta o interesse pelo conteúdo da disciplina que estamos a estudar. Aprendemos mais quando sabemos como e o que queremos aprender. O apoio do/a professor/a neste processo é fundamental pois, passa a ser um orientador.

    O ensino tradicional aposta numa metodologia de trabalho diretiva e hierarquizada sustentada por aulas muito expositivas. O método “sala de aula invertida”, permite auto-estudo e uma aprendizagem centrada no aluno. 

    Devido às necessidades do mercado de trabalho, que exige novas competências e habilidades,  as novas tecnologias de informação e comunicação (TIC) e a formação são uma constante ao longo de toda a vida. 

 

Referências:

  • Texto feito colaborativamente entre a professora Maria José Araújo e as alunas Beatriz Cunha, Beatriz Ferreira e Catarina Carvalho.

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